As origens e família de Santos Dumont

Últimos anos

A partir de 1910, já consagrado, Santos Dumont começa a viajar pelo mundo para falar da importância da aviação na melhoria das relações internacionais e na integração mundial. Preocupado com o uso dos aeroplanos na guerra, fez conferências em diversas nações americanas nas quais defendeu sua posição de que as aeronaves deveriam ser voltadas à defesa, principalmente tendo em vista a sua capacidade de prevenir o assalto aos navios, no mar, por uma outra máquina poderosa e recentemente criada: os submarinos.

Mas sua saúde já não é a mesma. Desenvolve um quadro de esclerose múltipla que o acompanhará que, pouco a pouco,  o leva à depressão. Angustia-se com os acidentes aéreos. Em 1918, constrói a Encantada como local de repouso e retiro. Lá, escreve seu livro mais conhecido “O que eu vi, o que nós veremos”. Mas, a partir de 1920, sua decadência física é visível. Interna-se várias vezes em clínicas de repouso, mas não melhora. Seu intenso sofrimento físico e emocional o leva ao suicídio em um quarto do Hotel de La Plage, no Guarujá, em 23 de julho de 1932. 

 



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